A COCRIA transforma dores do dia a dia em produtos de verdade, junto com quem teve a ideia. Você conta o problema, a comunidade valida, a gente desenvolve — e, se virar produto, você participa dos resultados por contrato.
Histórias reais que contamos no nosso perfil — todas começaram exatamente com o tipo de dor que você vai escrever aqui embaixo.
Mãe solo, cansada de se abaixar e torcer esfregão sujo com as mãos. A ideia dela vendeu 18 mil unidades em 30 minutos na primeira aparição na TV.
Dona de casa irritada com a borra no fundo da xícara. Furou uma lata de latão, usou papel do caderno do filho — e criou a empresa que existe até hoje, 118 anos depois.
Viu o motorista do bonde parar de minuto em minuto para limpar neve do vidro na mão. Chamaram a ideia de inútil. Hoje está em todos os carros do mundo.
Transparente do começo ao fim: você acompanha cada etapa pelo nosso perfil.
Conta a dor ou a ideia no formulário. Recebe na hora um protocolo com data e hora — a prova de que a ideia chegou primeiro por você.
As dores mais fortes viram enquetes e posts. Se muita gente sofre do mesmo problema, é sinal de que existe demanda.
Ideia selecionada vira projeto: protótipo, testes, fornecedores. O autor participa das decisões — afinal, ninguém conhece a dor melhor.
Antes de vender a primeira unidade, assinamos o contrato formal: seu percentual dos resultados e seu nome como cocriador(a), para sempre.
Startup que só promete coisa boa está mentindo em alguma parte. Preferimos que você saiba exatamente onde está entrando.
Isto é o que você aceita ao enviar uma ideia — em português claro. O texto completo está a um clique.
Toda ideia ganha protocolo com data e hora. Se duas pessoas mandarem a mesma ideia, vale o registro mais antigo. Ideias que se complementam podem dividir a participação — sempre combinado antes, por escrito.
Ideia selecionada? Sentamos para combinar a sua participação nos resultados líquidos, conforme o envolvimento de cada parte — protótipo, produção, divulgação e risco são investimento da COCRIA, e quem cocria mais, leva mais. Tudo assinado antes da primeira venda. Sem acordo, a ideia volta inteira para você.
Ao enviar, você autoriza a COCRIA a avaliar e discutir publicamente a ideia (é assim que a comunidade valida). A autoria continua sua, e você pode retirá-la até a assinatura do contrato.
Não precisa ter a solução pronta, nem saber desenhar, nem entender de negócio. A dor bem contada já é o começo.
Sua ideia entrou na fila de análise com data e hora marcadas. Tire um print desta tela: o protocolo é a sua prova de precedência.
Próximo passo: acompanhe a COCRIA no Instagram — é lá que as dores viram enquetes e os projetos andam em público.
É a pergunta certa a se fazer — e o motivo de todo o desenho da COCRIA. 1) Sua ideia recebe protocolo datado no momento do envio, e você guarda essa prova. 2) O aceite do Acordo registra por escrito o nosso compromisso de participação nos resultados + crédito de cocriador(a). 3) Todo o processo acontece em público, na frente da comunidade — se a gente lançasse a ideia de alguém "por fora", a própria audiência veria. Nosso negócio só funciona com confiança; roubar uma ideia acabaria com todas as outras.
Nada, nunca. Se alguém em nome da COCRIA te pedir dinheiro para "desenvolver", "patentear" ou "acelerar" sua ideia, é golpe — denuncie.
O problema já vale muito. Use a aba "Só quero contar uma dor". Dores repetidas por muita gente sobem no nosso ranking e podem virar projeto — e quem registrou e deixou contato é chamado primeiro para cocriar.
Vale a precedência: o protocolo mais antigo. Se as ideias forem complementares (uma descreve a dor, outra a solução; ou soluções que se somam), a participação pode ser dividida entre os autores — sempre com a divisão combinada por escrito antes do contrato.
Porque seria desonesto fixar um número sem conhecer o projeto. Transformar uma ideia em produto vendável envolve protótipo, testes, fornecedores, produção, embalagem, logística, divulgação e capital — investimento e risco que a COCRIA banca. E o seu envolvimento também varia: tem autor(a) que entrega a ideia e segue a vida, tem autor(a) que participa de cada decisão. Por isso o percentual dos resultados líquidos (receita menos custos e impostos) é combinado com você quando a ideia é selecionada — quem cocria mais, leva mais. O que é fixo e inegociável: sempre há participação nos resultados + crédito de cocriador(a), tudo assinado antes da primeira venda, com prestação de contas aberta. Se a proposta não te servir, você recusa e a ideia volta inteira para você.
Não — e é importante que você saiba disso antes de enviar. A validação acontece publicamente na comunidade. Se você tem algo que depende de sigilo (uma fórmula, um processo patenteável em segredo), procure primeiro um registro de patente no INPI e não envie por aqui.
Pode. Até a assinatura do contrato formal, você pode retirar sua ideia do processo e pedir a exclusão dos seus dados — basta mandar e-mail citando o protocolo.
A COCRIA nasceu de um perfil que conta histórias de pessoas comuns que inventaram coisas extraordinárias — e da pergunta óbvia: "por que não fazer isso de novo, junto com a nossa comunidade?". Estamos no comecinho, construindo tudo em público. Isso também está dito com todas as letras na seção "o que não prometemos".
O único jeito de descobrir é tirar a ideia da gaveta — com registro, com acordo e sem pagar nada.
Quero registrar minha ideia agoraEste Acordo define o combinado entre você (autor ou autora da ideia) e a COCRIA quando você envia uma ideia pelo formulário deste site. Ele foi escrito para ser entendido sem advogado — e o que está aqui é o que vale.
Dúvidas sobre o Acordo: leonardosamuel.pg@gmail.com (cite seu protocolo).
Somente o que você digita nos formulários: nome, e-mail, WhatsApp e Instagram (quando informados), e o texto da dor/ideia. Guardamos também data/hora do envio, a versão do Acordo aceita e um identificador técnico anônimo do dispositivo (hash), usado apenas contra abuso/spam.
Exclusivamente para o processo de cocriação: analisar, agrupar e ranquear dores; entrar em contato sobre a sua ideia; e cumprir o Acordo de Cocriação. Não vendemos nem compartilhamos seus dados com terceiros para publicidade.
Em infraestrutura da Cloudflare contratada pela COCRIA, com acesso restrito por senha.
O texto da dor/ideia pode ser discutido publicamente (é o processo de validação — citando você como autor(a), salvo pedido de anonimato). Seus dados de contato (e-mail, WhatsApp) nunca são publicados.
A qualquer momento você pode pedir acesso, correção ou exclusão dos seus dados: envie e-mail para leonardosamuel.pg@gmail.com citando o protocolo (ou o e-mail usado no envio). A exclusão retira a ideia do processo, se ainda não houver contrato assinado.